Não sou mais nem menos que as outras pessoas. Tenho qualidades, defeitos, revoltas, ideais. No fundo, sou humana.
Se não gostar de alguma coisa eu faço questão de a referir.
No fundo, quando eu escrevo, eu, consigo ser eu, sem defeitos, sem qualidades, sem “capas”, sem “escudos”, sem formalidades, sem clichés. Sou, simplesmente, eu. Eu e o meu coração.

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