Então, certo dia, chamaram-lhe “chata” e “gralha” e ela sentiu-se muito triste.
Chamarem-lhe esses nomes era o que mais a magoava, pois ela só queria um amigo.
Ainda hoje a palavra “chata” a magoa.
Então, Inês, escreve, pois quando escreve não tem medo, ninguém a critica; a caneta não resmunga e o papel não diz estar farto.
Inês não fala, Inês escreve.
Inês escreve, eu escrevo…
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